sexta-feira, 16 de junho de 2017

YOUR OWN MEMORIES...









                                                 Your own memories...









   A little girl had been shopping with her Mom. She must have been 6 years old, this beautiful red haired, freckle faced image of innocence. It was pouring outside... The kind of rain that gushes over the top of rain gutters, so much in a hurry to hit the earth it has no time to flow down the spout. We all stood there under the awning and just inside the door of the mall.
   We waited, some patiently, others irritated because nature messed up their hurried day. I am always mesmerized by rainfall. I got lost in the sound and sight of the heavens washing away the dirt and dust of the world. Memories of running, splashing so carefree as a child came pouring in as a welcome reprieve from the worries of my day.
   That little voice was so sweet as it broke the hypnotic trance we were all caught in:
   "Mom, let's run through the rain," she said. 
   "What?" Mom asked.
   "Let's run through the rain!" She repeated.
   "No, honey. We'll wait until it slows down a bit," Mom replied.
   This young child waited about another minute and repeated:
   "Mom, let's run through the rain."
   "We'll get soaked if we do," Mom said.
   "No, we won't, Mom. That's not what you said this morning,  the young girl said as she tugged at her Mom's arm.
   "This morning? When did I say we could run through the rain and not get wet?"
   "Don't you remember? When you were talking to Daddy about his cancer, you said, 'If God can      get us through this, he can get us through anything!'"
   The entire crowd stopped dead silent. I swear you couldn't hear anything but the rain. We all stood silently. No one came or left in the next few minutes. Mom paused and thought for a moment about what she would say. Now some would laugh it off and scold her for being silly. Some might even ignore what was said. But this was a moment of affirmation in a young child's life. A time when innocent trust can be nurtured so that it will bloom into faith.
   "Honey, you are absolutely right. Let's run through the rain. If God let's us get wet, well maybe      we just needed washing," Mom said.
   Then off they ran. We all stood watching, smiling and laughing as they darted past the cars and yes, through the puddles. They held their shopping bags over their heads just in case. They got soaked. But they were followed by a few who screamed and laughed like children all the way to their cars.
   And yes, I did. I ran. I got wet. I needed washing.
   Circumstances or people can take away your material possessions, they can take away your money, and they can take away your health. But no one can ever take away your precious memories... So, don't forget to make time and take opportunities to make memories everyday. To everything there is a season and a time to every purpose under heaven.
   I hope you still take the time to run through the rain, making your own memories...








   Copyright 3/1999 Eugene Colin

sexta-feira, 9 de junho de 2017

COME THINK WITH ME...










                                                      Come think with me...








  •   Some people are like clouds. When they go away, it's a brighter day.
  •   Don't know where your kids are in the house? Turn off the internet and they'll show up...
  •   My goal this weekend is to move... just enough so people know I'm not dead...
  •   You love flowers, but you cut them. You love animals, but you eat them. You tell me you love   me, and that scares me...
  •   I feel sorry for people who don't have dogs... They have to pick up food they drop on  the 
  •   floor...
  •   Life always offers you a second chance. It's called tomorrow...
  •   I changed my password everywhere to 'incorrect.' That way when I forget it, it always      reminds me, 'Your password is incorrect...
  •   Don't worry if plan A fails, there are 25 more options...
  •   In the morning I can't eat, I'm thinking of you. In the evening I can't eat, I'm thinking             of you. In the night I can't sleep.. I'm so hungry...
  •   I wish my wallet came with free refills...
  •   When the past comes knocking, don't answer. It has nothing new to tell you...
  •   If people are talking behind your back, be happy you are ahead of them...
  •   If you're hotter than me, that means I'm cooler than you...
  •   Life is not about how you survive the storm, it's about how you dance in the rain...
  •   Do you believe in love at first sight, or should I walk by again?...
  •   Maybe if we tell people the brain is an app, they'll start using it...
  •   They say that love is more important than money, but try to pay your bills with a hug.
  •   To make a mistake is human, but to blame it on someone else, is genius...
  •   If we were on a sinking ship, and there was only one life vest... I would miss you so              much...
  •   I know that I am stupid but when I look around I feel a lot better...
  •   I'm old enough to know better, but young enough to do it anyway...
  •   We all have baggage... The trick is to find someone who loves you enough to help you      unpack...
  •   Don't drink to forget me, you'll end up seeing me double...
  •   Don't give up on your dreams so soon, sleep longer...
  •   Relationships these days start by pressing LIKE on her photo...
  •   He who wakes up early, yawns all day long...
  •   The only relationship I have is with my Wi-Fi. Good connection!...
  •   It may look like I'm doing nothing, but in my head I'm quite busy...
  •   I'm not arguing! I'm just telling you why you're wrong...
  •   Age is like mind over the matter... If you don’t mind, It doesn’t matter.





Copyright 11/16 Eugene Colin.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

O TARADO DE BANGU.









 
                                                     O tarado de Bangu.










  Todos nos temos nossas manias, muitos colecionam coisas por motivos diversos… Alguns colecionam carros antigos, outros bonés, muitos colecionam discos, ou sapatos, perfumes, chaveiros, miniaturas… Trolinha colecionava batom. Batom era a única coisa que ela não podia ficar sem. Ela passava batom assim que acordava, mesmo antes de tomar café…
   Ninguém podia nem tocar em seus batons… Uma madrugada pegou Brolha cheirando um deles, que havia esquecido na pia do banheiro. Deu um grito tão grande com o pobre coitado que quase acordou todos os vizinhos de Bangu, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, onde morava. Ele, assustado deixou o batom cair dentro do vaso sanitário.
   Trolinha, injuriada, fez com que ele metesse a mão na privada e pegasse o batom. Assim que ele resgatou o batom ela ordenou:
-  Agora joga fora! Babaca curioso!
   É claro que seria muito difícil encontrar uma cor de batom que sua noiva ainda não tivesse mas, não importa. O importante era fazer com que Trolinha acabasse com aquela porra daquele mau humor que já “tava” dando no saco, embora não se atrevesse, nem de leve reclamar ou, pior ainda, demonstrar que não estava satisfeito…
   Dito e feito! Assim que saiu do trabalho entrou nas “Lojas Americanas” mais próxima e, na sessão de cosméticos, começou a procurar por algo que fosse capaz de agradar sua amada.
   Não demorou muito e uma vendedora ofereceu ajuda…
   Brolha que, como muitos homens não entendia porra nenhuma de batom, começou a se educar no assunto. 
   De repente, uma tarefa corriqueira, como a de comprar um simples batom, se tornou extremamente confusa. A vendedora que se revelou uma “expert” em batom, confundiu tanto a cabeça de Brolha que ele, que já não entendia nada do assunto, passou a entender menos ainda…
-  Isso também é batom? Perguntou segurando pequeno tubo, um pouco mais grosso
   do que um lápis.
-  Pra que esse “pauzinho” com uma borrachinha na ponta? Finalizou…
-  Isso e' “Lip Gloss”… Explicou a vendedora.
-  Lipu que? Perguntou Brolha curioso, passando um pouco em sua mão…
   A vendedora apenas riu, ao olhar a expressão de espanto no rosto de seu cliente…
   A esta altura, Brolha pensou que teria sido melhor comprar flores para sua amada, mesmo sabendo que ela não gostava de flores e que batom faria de Trolinha a mulher mais feliz do mundo…
   Nada disso! Pensou consigo mesmo… Só batom vai conseguir limpar minha barra…
   Após alguns minutos de indecisão e escolha, o balcão estava cheio de batom de todo o jeito, tamanho, qualidade e preço…
   A certa altura Brolha pediu a vendedora se ela poderia experimentar, nela mesmo, quatro batons dos quais queria escolher dois para presentear sua amada.
-  Como vou passar quatro batons ao mesmo tempo? Perguntou a vendedora curiosa…
-  Dois no lábio de cima, um em cada metade, dois em baixo. Um ao lado do outro… 
   Explicou...
   A pobre moça, que naquele momento achou que deveria ter ficado mais tempo no banheiro, fazendo xixi, ao invés de tentar ajudar seu cliente, olhou para Brolha com uma cara estranha, balançando a cabeça, ainda tentando visualizar a ridícula situação em que tinha se metido. Assim mesmo, resolveu ajudar…
   Os lábios da “pobre” mais pareciam aquelas rodas da sorte do programa do Faustão, cheia de cores, cada uma com um número. Até ela ficou curiosa e se olhou no espelho, não conseguindo conter o riso…
   Mas, por incrível que pareça isso ajudou e, Brolha decidiu o que iria presentear à sua noiva.
   Com o auxílio da vendedora, conseguiu selecionar entre as dezenas de batons espalhados pelo balcão, os que iria comprar: “Paixão Ardente” e “Lábios de Fogo”.
   Ao segurar os escolhidos, Brolha, inadvertidamente esbarrou em outros batons, ainda abertos sobre o balcão, que começaram e rolar em direção ao chão.
   Tentando evitar maiores transtornos para a vendedora que tão gentilmente o atendia, procurava, a todo custo impedir que aquela porrada de batom, alguns ainda abertos, melasse o chão todo, evitando assim cagada maior.
   Brolha, em último recurso foi tentar imprensar os batons contra o balcão, o que conseguiu malabaristicamente.
   Neste momento, pediu ajuda a vendedora para que resgatasse os batons, evitando que eles caíssem, já que estava com as mãos cheias…
   Instintivamente, Marilinda correu atrás de Brolha que estava apoiado no balcão, de pernas abertas… Depois de “planejar” a melhor maneira de pegar os batons, concluiu que sua única opção era tentar recuperá-los por baixo, entre as pernas do cliente… Assim o fez.
   Quando tocou o primeiro batom e o puxou para baixo, constatou, alertada pelo grito de Brolha que  tinha segurado algo semelhante a um batom, parecido com um batom, da cor de muitos batons mas que, não era bem o que parecia.
   Brolha, assustado pelo acontecimento inesperado, afastou seu corpo do balcão, liberando assim todos os batons que magistralmente, até então, estava protegendo.
-  Puta que pariu! Exclamou Marilinda, expontâneamente… Puxei o seu “pinto” sem
  querer…
   Brolha, consternado, um pouco embaraçado começou a ajudar a vendedora recolher os batons espalhados pela loja…
   Demorou mais de meia hora para que, com o auxílio do gerente e outro funcionário, tudo pudesse ser limpo.
   Assim que levantou do chão, olhando para sua calça branca de linho puro, constatou que estava todo melado de batom. É claro que não podia nem pensar em chegar em casa desse jeito. Na melhor das hipóteses seria castrado por sua amada que jamais acreditaria naquela historia de comprar batom... 
   Para Trolinha, com certeza, quando soubesse daquela historia jamais acreditaria em uma palavra. Em sua mente aquilo tudo era apenas mais uma maneira de justificar uma obcessão doentia daquele que, apesar de ser seu companheiro, era por ela considerado o Tarado de Bangu.







Copyright 8/2016 Eugene Colin.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

POUR PENSE AVEC LE COGNAC...











                                      Pour pense avec le cognac...







Le mariage, c'est quand l'homme et la femme décident de ne faire plus qu'un. Les problèmes commencent quand ils décident de choisir lequel.

Les femmes préfèrent être belles plutôt qu'intelligentes parce que, chez les hommes, il y a beaucoup plus d'idiots que d'aveugles !

La beauté n'a pas d'importance puisque l'amour est sans visage.

Le grand tort que nous avons, nous autres femmes, c'est, pour amant, de chercher toujours un homme que nous aimons, alors que la vérité serait d'en chercher un qui nous aime.

Bricoleurs, perdez vos complexes! Le Titanic a été construit par des professionnels et l'arche de Noé par un amateur.

La vie est comme un arc-en-ciel: il faut de la pluie et du soleil pour en voir les couleurs.

Au nom de quel avenir pourrait-on justifier le sacrifice de la mémoire?

Adam et Eve parlaient d'amour en persan, mais l'ange qui les a chassés s'exprimait en turc.

Si le travail c'est la santé, donnez donc le mien à quelqu'un de malade.

Le suicide n'est jamais que la conséquence définitive d'une panne d'humour provisoire.

Ce que l'on n'apprend pas par la sagesse, on l'apprend par la souffrance.

Avoir des enfants n'est pas à la portée de toutes les bourses !

Changer d'avis c'est changer de vie.

Si quelqu'un se tue à te dire la vérité, alors laisse le mourir.

Le bonheur est comme l'écho : il vous répond mais ne vient pas.

Le mariage, c'est le triomphe de l'imagination sur l'intelligence. Le second mariage est le triomphe de l'espoir sur l'expérience.

La vérité est un mensonge qui a mal tourné.

L'une des choses que l'argent peut nous permettre, c'est d'avoir un peu plus de maîtrise sur notre temps.

Ce qu'il y a de bien quand on devient vieux, c'est que toutes ces choses que vous n'avez pas pu avoir quand vous étiez jeune, vous n'en avez plus envie.

Chaque seconde qui passe est un plus dans son age mais un moins dans sa vie.

On attrape les lièvres avec des chiens, les femmes avec de l'argent et les sots avec des louanges.

Certes, un rêve de beignet c'est un rêve, pas un beignet. Mais un rêve de voyage, c'est déjà un voyage.

Celui qui se relève est plus fort que celui qui n'est jamais tombé.

Etre doué pour un art et ne pas pouvoir en vivre, voilà la vraie difficulté.

Dans l'amour, l'homme cherche un être qui le guérisse d'une blessure intime, la femme un être qu'elle puisse soigner sans le guérir.

Avant notre venue, rien ne manquait au monde ; après notre départ, rien ne lui manquera.

L'eau potable de nos chasses d'eau s'en va en fumée.

La bêtise, c'est l'aptitude au bonheur.

Le bonheur est comme l'écho : il vous répond mais ne vient pas.

Si quelqu'un se tue à te dire la vérité, alors laisse le mourir.

Ah ! Que c'est une douce mort de mourir sans perdre la vie.

La bêtise et la force sont les armes des faibles.

Ce que l'on n'apprend pas par la sagesse, on l'apprend par la souffrance.

Le suicide n'est jamais que la conséquence définitive d'une panne d'humour provisoire.

Si le travail c'est la santé, donnez donc le mien à quelqu'un de malade.






Droits d'auteur 3/2011 Eugene Colin
































































sexta-feira, 19 de maio de 2017

SORTE DO CARALHO...








                                                      Sorte do Caralho...









   Milagre e' um acontecimento extraordinário que, `a luz dos conhecimentos a nós disponíveis, da’-se de forma a sugerir uma violação das leis da natureza. Para grande parte dos teístas, sua realização e’ atribuída `a onipotência divina, sendo considerado como um ato de intervenção direta de Deus.
   `A luz da ciência moderna não há milagres verificados, ou seja, milagres não existem. Ora, se pudessem ser verificados, ou explicados, então não seriam extraordinários, inexplicáveis mas, apenas, um fato que, segundo `as leis da natureza, aconteceu. Tem gente também que confunde uma sorte  muito grande, com um milagre...

   Fica a pergunta: Milagres existem ou não?

   Marculindo Traveiro era um sujeito admirável... No trabalho era querido por todos. Nunca, ninguém, em toda sua vida, tinha algo reprovável a dizer a seu respeito. Marc, era de boa paz, ouvia muito mais do que falava... Quando tinha que discordar de alguém começava dizendo: “Na minha opinião...”
   Minto! Havia uma pessoa que, ao contrário de qualquer humano, o detestava... Sua esposa, Maria Perfeito Malfeito. Para Mapema, seu apelido, Marc era o maior babaca que a humanidade poderia ter concebido. Para ela, o cara era irrelevante, sem opinião própria, que concordava com tudo e nunca reclamava de nada.
   Um dia, chegou em casa com o pe’ todo enfaixado. Ao ser inquisitado sobre o que aconteceu, respondeu:
-  Dei a maior sorte hoje no trabalho... Tropecei em um bueiro aberto e quebrei dois
    dedos do pe’.
-   Seu idiota! Desde quando quebrar dois dedos do pe' e' ter sorte?
-   Desde quando eu não despenquei da escada do segundo andar, quebrei a bacia, a  
    perna, três dedos da mão, me ralei todo e ainda fiquei com uma puta dor na bunda  
    quando caí la' em baixo, todo fodido...
    Este era Marc, um otimista exponencial...
    Para Mapema, esse tipo de atitude acabava com o seu dia. Segundo ela, seu marido teve azar e podia ter tido mais azar... Maneiras diferentes de encarar a vida!
    Mapema era alta, loira, olhos azuis, pele macia, dedos longos, unhas sempre bem manicuradas, pernas longas, sempre usando saltos altos... Feia que dava do'! Parecia uma tábua. Não tinha peito, não tinha bunda, tinha mal hálito, um chule' horrível, talvez devido ao fato de detestar tomar banho.
-   Não saio de casa, não faço nada, não me sujo... P’ra que tomar banho? Ponderava
    vez por outra quando percebia que Marc fazia uma discreta careta, quando por ela
    passava, cruzando do banheiro para a cozinha, uma semana após o último banho de
    sua cara-metade.
    Mapema era o que podia-se chamar de cara de pau declarada...
    Uma vez, em uma festa de fim de ano no escritório onde seu marido trabalhava, deu em cima de um colega de Marc tão descaradamente que o mesmo, numa proverbial contrição humana, vociferou:
-  Acho que a senhora poderia ter um pouco mais de respeito por seu marido...
-  Por aquele babaca? Você esta’ com medo dele?
-  Pra falar a verdade, estou com medo e' da senhora...
   Meu filho! Isto aqui e' uma máquina de prazer, se os botoes corretos forem apertados...
-  Pode ate' ser! O problema e' a senhora encontrar alguém que tenha a coragem 
   de querer verificar...
   E’ bem verdade que Marc não ere nenhum galã da novela das oito, nem aqueles que protagonizam porno-chanchadas nacionais mas, mantendo as mais ponderáveis perspetivas, era muito melhor do que sua esposa.
   Um dia, algum tempo depois de ter se recuperado da "sorte" que o fez manter seu pe' enfaixado por algum tempo, chegou em casa triste e temporariamente deprimido...
-  O que aconteceu, quebrou os dedos do outo pe'? Indagou Mapema, com sarcasmo.
-  Não! Doutor Calado falou que ia fechar a empresa na Sexta-feira e hoje todos os  
    empregados foram demitidos. Respondeu.
-  Meu amigo, não vou nem esperar... Pega o que você puder levar e se manda agora. Se vou ter que
   trabalhar não vai ser para sustentar vagabundo. Disse sua esposa.
   Após algumas horas de argumentos, ponderações, reminiscências e ate' parcas lágrimas, ele resolveu que o melhor seria seguir sua vida ao invés de tentar voltar a água ao copo.
   Sem muito alarde, pegou seu carro, a mala de roupas que havia conseguido agrupar, e saiu... Dirigiu por alguns minutos `a esmo, sem direção. Acabou na Barra da Tijuca, sem saber porque, onde parou o carro no estacionamento de um hotel. Dormiu ali mesmo, mentalmente exaurido...
   Na manhã seguinte, depois do cafe' da manha que degustou, fingindo estar ali hospedado, ao lado dos que, ao momento, desfrutavam de melhor sorte,  no mesmo hotel onde ele apenas estacionava o carro, sentou-se em um banco na calçada, bem de frente para a Avenida das Américas, coração do bairro.
   Olhava para os carros, apenas para se distrair, nem pensava em sua vida ou no próximo passo a ser vencido.
   Eram quase três horas da tarde quando ouviu uma explosão, seguida de uma freada que abruptamente o trouxe `a realidade. Colocando-se de pe’ instintivamente, pode reparar em uma mulher toda de preto, com chapéu e tudo, que parecia estar preparada para a cerimonia de casamento do ano, sair de dentro do carro. Olhava espantada, tentando concluir o que certamente havia ocorrido. Era evidente que aquela “moça” não sabia trocar pneu de carro, mesmo sem estar traumatizada como evidenciado.
-  Posso ajudar? Ofereceu Marc.
-  O pneu explodiu! Foi so' o que a “senhora” conseguiu falar.
-  Deixa que eu resolvo. Acalmou ele.
-  Muito obrigada mesmo! Disse a “senhora”, assim que viu seu carro pronto para a estrada novamente.
 - Sem problema! Vai em paz...
   Marc voltou ao seu lugar, quase que automaticamente, como se aquilo tudo fizesse parte de uma rotina diária. `A noite, quando o movimento era quase esporádico, voltou ao seu carro, ainda estacionado no mesmo lugar... Quem sabe conseguiria dormir...
   O sol, que brilhava na moldura cromada do para brisa, acordou o benfeitor da desconhecida. Hoje, ligeiramente mais consciente, percebeu que não podia abrir mão daquele cafe' da manhã “cinco estrelas” ja' que, no dia anterior, havia sido sua única refeição.
   De pança cheia, ainda tentando pensar no que fazer, voltou ao mesmo banco que, de certa maneira, o havia acalmado anteriormente. Hoje porém, teria que começar a traçar o mapa de seus próximos passos. E’ claro que não poderia viver sentando naquele banco pelo resto da vida. As opções de trabalho, que por sua cabeça se sucediam, não eram muito promitentes... Artista de cinema? Meio complicado. Estivador do cais do porto? A estatura e o porte físico não ajudavam. Cabeleireiro? Nem pensar! Empregado domestico? So' se fosse para derrubar tudo e ser demitido no primeiro dia de trabalho por completa inaptidão. Alem do mais, com essa nova lei da domestica, vai ficar meio ruim de emprego...
   Garçom! Garçom da' dinheiro... So' não poderia trabalhar no estabelecimento onde estava “hospedado” no estacionamento por dois dias... Os “colegas” ate' ja' o chamavam de “doutor” ao servi-lo...
   Centenas de profissões desfilavam em sua mente sem que nenhuma, ate' o momento, houvesse recebido o selo de aprovação.
   Ainda pensava por quanto tempo poderia viver daquela maneira quando percebeu, vagamente, que alguém se aproximara e sentara a seu lado. Espontaneamente se moveu para o lado, procurando deixar mais espaço no banco.
-  Boa tarde, como vai? Ouviu... Lembra de mim?
-  Não! Ah! A senhora de ontem... Respondeu. E o carro, consertou o pneu?
-  Consertei! Muito obrigada! Você fui muito gentil...
-  Que e' isso! Estamos aqui para ajudar uns aos outros, verdade?
-  Se todos pensassem assim!!! Estava a caminho de casa quando, tentando lembrar 
   de tua gentileza olhei para o lado e o avistei, sentado no mesmo lugar. Parei no
   estacionamento do shopping e vim te agradecer pessoalmente. Ontem estava tão  
   assustada que nem me lembrei...Desculpe me intrometer mas, você esta' aqui desde
   ontem?
 - Estou! Respondeu Marc, meio desapontado.
 - O que houve? Gostaria de saber.
 - E’ uma longa história... Deixa p’ra la’!
 - Adoro histórias longas! Insistiu a “moça”...
-  Bem, digamos que estou, temporariamente, sem residencia...
-  Trabalho?
-  Sem trabalho também... Respondeu envergonhado.
-  Você tem condução?
-  Tenho! Meu carro esta' estacionado aqui no hotel...
-  Vamos la'! Pega o teu carro, vamos ate' o shopping, eu pego o meu e você me segue 
   ate' a minha fábrica. E' aqui pertinho, em Jacarepaguá. Hoje você dorme la', amanhã
   vamos conversar a respeito do teu emprego. Estou precisando muito de ajuda...
 - A senhora nem me conhece...
 - Senhora? Tenho trinta e dois anos e você me chamada de “senhora” !? Vamos!
   Marc seguia `aquela estranha sem saber no que pensar. Sua mente estava vaga, ainda tentando verter os acontecimentos recentes.
   Ao chegar ao local, após uma viagem que durou apenas alguns minutos, Marc ficou surpreso com a sofisticação que encontrou. Pensava que iria encontrar uma fabrica de cachimbos ou água-sanitária, ou parafusos, mas não aquilo que via. Na fachada, apenas o nome “Cappello” em letras purpuras, elevado em um enorme muro branco cintilante...
-  Que maravilha! foi o único comentário que ela ouviu.
 - Vem! Vou te mostrar onde você vai dormir... Estou de volta amanhã bem cedo para
   discutir seu trabalho...
-  Que loucura! A senhora nem me conhece...
-  Senhora? Novamente? Durma bem! amanhã de manha conversamos...
   Marculindo ainda não conseguira assimilar o que estava acontecendo... Apenas agradeceu sua sorte, em sua prece noturna e foi dormir.
   Eram seis e quarenta e cinco da manhã quando Alessa Donato, aquela Italiana alta, de cabelos vermelhos, olhos castanhos claros, sobrancelhas longas e arqueadas, lábios rosados, cujos pais haviam emigrado, de Nápoles para Minas Gerais, no tempo da guerra, chegou `a fabrica.
   Alguns minutos depois, Marc batia `a porta do escritório da “chefa”...
-  Bom dia! Tomei a liberdade de fazer cafe' se a senhora não se importa. Disse Marc
   que, agora, vendo melhor, `a luz do dia, mal podia acreditar no que seus olhos revelavam...
 - Por favor! Senta aqui! Disse Alessa apontando para uma cadeira bem `a sua frente.
 - Meu nome e’ Alessa Donato! Muito prazer! Chega de me chamar de “senhora”...
 - Eu me chamo Marc! Quer dizer, Marculindo Traveiro mas, todos me chamam de   
   Marc, por motivos óbvios.
-  Marc, quero te ajudar mas, não posso prometer muito... Disse, ainda sorrindo. No momento, estou
   fazendo de tudo para  manter a fábrica funcionando. Ha' anos nossas vendas vêm caindo
   drasticamente.
-  Bem, qual seria minha função?
-  Não sei ainda.
-  Dona Alessa, seria possível me explicar tudo sobre sua industria? Modus operandi e  
   tudo mais?
 - Marc, você esta' curtindo comigo?
 - Desculpe! Alessa!
 - Aleluia! Finalmente! disse ela com mais um sorriso.
 - Você sabe o significado do teu nome? Perguntou Marc.
 - Não!
 - Bem, Alessa, significa Apaixonada e Donato significa Doado.
 - Você fala Italiano? Indagou Alessa.
 - Falo! Estudei na Itália, quando era jovem.
 - Acredite meu amigo... Nunca tive tempo de estar apaixonada... Meus pais faleceram
   quando eu era pequena. Comecei a trabalhar muito cedo, juntei algumas economias  
   e  decidi abrir meu negocio... Queria algo diferente. Quando menina, sempre gostei
   de chapéus, resolvi então fabrica-los. No início as coisas iam bem mas, com o tempo
   parece que as pessoas se cansaram de usar chapéu... Por outo lado, certamente não 
   terei nenhum problema em me “doar” `a pessoa certa.
 - E o que mais você fabrica? Disse Marc, um pouco embarassado pela assertividade
   daquela linda mulher.
 - Nada! So' chapéus!
 - Posso dar uma sugestão?
 - Claro!
 - Eu moro aqui, por algum tempo, tento te ajudar como puder, e não precisa me pagar.
   Quando a situação melhorar, voltamos a conversar. Que tal?
 - Mais generosidade? Disse Alessa.
 - Você não faz ideia de como ja' me ajudou...
   Durante o dia inteiro Marc tentou aprender tudo sobre a empresa, desde a compra da matéria-prima ate' a distribuição final do produto... Andava daqui pra li... Não falava  muito. Apenas observava, ouvia e pensava.
   No dia seguinte, `as sete da manhã ja’ estava de pe’, com um copo de cafe’ na mão e vários desenhos sobre a mesa da sala de reuniões. Ainda folheava alguns dos desenhos quando viu Alessa chegar.
   Ja' com seu copo de cafe' `a mão, escutava atentamente ao que seu novo empregado propunha...
 - Você dormiu esta noite? Indagou Alessa.
 - Muito pouco. Estava muito excitado com o mundo de possibilidades que encontrei 
   nessa empresa...
-  E eu pensei que estava falida...
-  Minha patroa, estamos montados em uma mina de dinheiro...
   Pude observar ontem que esta industria e' muito bem organizada. Os empregados
   são caprichosos e aparentam gostar do que fazem mas...
-  Ja’ sei! Produzimos algo obsoleto... Interveio Alessa.
-  Não! Pelo que pude ver o erro esta' no marketing. Primeiro, acho que temos que diversificar.
   Penso que poderíamos ter três linhas de produtos. Cappello di Testa, Cappello di
   Corpo e Cappello di Piedi
   Pense bem! Chapéu e' algo que cobre, certo? Então vamos fabricar chapéu para a
   cabeça, para o corpo e para os pés. Ou seja, chapéus, shorts e sandálias...
   Passamos a fabricar chapéus para mulheres e bonés para homens, dentro da linha
   Cappello di Testa. Shorts para meninas com dizeres: “Ne' Pensare”, “Dall’altro lato”, 
   “Forse domani”, “Ai se potessi” impressos na parte de trás. Para homens, com
   dizeres como: “La cosa giusta” ou “Iniziare a correre” impresso na frente, dentro da
   linha Cappello di Corpo” e, sandálias com estampas variadas dentro da linha
   Cappello di Piedi.
   Ao invés de vender `as lojas, vamos colocar stands sofisticados e vamos consignar
   nossa mercadoria... Inclusive em alguns super mercados... Os preços devem ser bem
   acessíveis... Temos que basear nossos ganhos na quantidade...
 - E os investimentos? Perguntou Alessa.
 - Mínimo! Apenas vamos redistribuir os mesmos funcionários que ja’ trabalham aqui.
   Os desenhos eu mesmo faço, os contatos você ja' tem...
 - O que mais gostei foi do teu entusiasmo. Ja' se tornou parte de nós em tua mente. Comentou
   Alessa. Acho tudo ótimo! Devia ter furado aquele pneu ha mais tempo...
   Em menos de três meses a situação da “Cappello” havia mudado completamente. As vendas aumentaram consideravelmente, principalmente devido `a implementação da loja virtual, agora responsável por quase oitenta por cento do faturamento.
   Marc praticamente havia dominado aquela empresa... Com sua maneira afável, jeito de bonacheirão, sua simpatia, sua maneira positiva de encarar imprevistos, havia criado um clima de otimismo contagiante.
   Alessa havia se tornado praticamente a tesoureira e secretária de sua própria empresa. Muitas vezes ate' ficava surpresa ao se ouvir dizendo: “Não sei! Isto e' com o Marc.”
 - Alessa! Disse Marc em uma daquelas noites... Você se importa se eu continuar  morando aqui?
   Sei que ja’ deveria ter mudado ha' algum tempo mas, sinto que aqui e' a minha casa... Nunca me
   senti tão bem em nenhum lugar que morei... Alem do mais, minha ex-esposa me mandou um
   e-mail ontem e eu dei este endereço para que ela mande os papéis do divórcio.
 - E' claro que pode ficar aqui! Respondeu Alessa. `As vezes eu penso como a vida e' engraçada e  
   imprevisível... Como sempre, depois da tempestade vem a bonança... Jamais pensei que fosse
   encontrar a solução dos meus problemas aguardando por mim, sentado em um banco, na rua.
   Diariamente, os dois ficavam ate' tarde na fábrica. Parecia que ela não queria ir para casa... Ele, por sua vez, agora mais confiante havia ate' arriscado uns olhares de cunho pessoal para sua “chefa”, sempre conjecturando em seguida: “O que uma mulher linda como essa vai querer com um baixinho, gordinho, quase careca, beirando os sessenta e, pra piorar tudo, duro... E’ bem verdade que a Sophia Loren também se apaixonou por um baixinho pançudo mas, isto e’ coisa de cinema... Jacarepaguá não e' Roma...
   Algumas noites, na maioria delas a convite de Alessa, saiam para jantar juntos, inclusive no apartamento onde ela morava...
   O vento soprava de popa no destino daquela pequena empresa e nos dos que ela habitavam... Havia muito tempo que não conseguiam avistar horizontes tão promissores.
   Em menos de seis meses Marc havia conseguido mudar completamente o destino de todas aquelas vidas que dele dependiam. O que ele não sabia era que sua “chefa” estava começando a sentir ciúmes, principalmente quando ficava muito tempo la' em baixo, conversando com as operárias que, de algum tempo para ca', começaram a trabalhar de calças  justas, blusas entre-abertas e, maquiadas... Algumas ate' com certo exagero
   Hoje, Alessa estava muito nervosa, desde que chegou para trabalhar. Olhando para Marc varias vezes, tentando encontrar o momento oportuno para a ele declarar seus sentimentos mais profundos, alguns dos quais extremamente pecaminosos e imorais... Iria propor que vivessem juntos. Queria confessar que nunca esperara tanto pela hora de trabalhar, que nunca sentia tanto a chegada da hora de ir para casa. Queria fazer do apartamento solitário e impessoal onde morava, o lar que, so' agora, desde que conheceu aquele homem, pensava em construir...
-  Meu Deus... Fazei com que ele aceite! Pensava, enquanto aguardava a chegada de Marc em seu
   escritório...
   Ta’ bom!
   Agora... Diz pra mim se isso não e' um milagre; ou uma sorte do caralho...





Copyright 1/2013 Eugene Colin







sexta-feira, 12 de maio de 2017

MOTHER'S DAY









                                                      Mother's Day









   When her mother, Ann Reeves died in 1905, Jarvis Reeves organized the first observance of Mother's Day at the Andrews Methodist Episcopal Church in Grafton, and later in Philadelphia, Pennsylvania.
   She chose the second Sunday in May because it was the closest to her mother's death. The white carnation, Reeves' favorite flower, became the holiday's symbol.
   Jarvis had no kids of her own but had a singular understanding of what Mother's Day should mean. For her, it was a day for children to visit their mothers at home and to remember the sacrifices that they had made. 
   She begun a letter-writing campaign, reaching out to anyone she thought could help to promulgate the idea.
   She wrote to president Roosevelt, Mark Twain, to every state governor, every single year.
   By 1914, when most states had already recognized the day, locally, the US congress passed a law designating Mother's Day a national holiday. One day later, president Woodrow Wilson issued an official proclamation.
   Today, over 90 countries celebrate Mother's Day on the second Sunday of May. Many other countries celebrate in some different dates.
   So, for you that are a mother, for you, that are about to become a mother, for the young ladies who one day will be a mother and even to some guys that became mothers for absolutely no other option, exercising his feminine side, here's my simple thoughts...

The things I never told you I'd like to tell you now;
Of feelings held contentedly in my heart, somehow;
Of thoughts and dreams, wants, and happiness too;
A Mother's prayer to finally share with you... 
Lord, govern their lives as you have mine,
Touch them with Your sweet divine,
Make them happy, guide their paths,
Tickle their funny bones, let me hear their laughs. 
Dry the tears sliding down their faces,
Hold their hands when the love heart races,
Make them stand tall when the burdens are great,
Prepare them to carry the loads of fate. 
Heal the hurts and sufferings of the spirit,
Make them listen until they hear it;
That sweet song of yours that will touch their soul
And carry them forward until they are old. 
Lord, let them see the meaning of life,
Protect them from the evils of strife,
Gently guide them in the path of your ways,
I pray, Lord, I pray for them everyday. 
I know, Lord, that I fell short many times;
In my guidance as "Mom" there were crimes,
Times that I failed to help them see
The beauty that you have bestowed around me. 
Take their hands and lead them forward
Give them strength to avoid the coward
And evil ones that lurk about
Waiting` to swallow them up and shout
The conquest of their gentle soul
Provide them the coin to pass the toll. 
Please make things right, Lord, once again
To help them to see the meaning of friend
And loved ones that hold them close to the heart
With a Mother that loves them, since the start.

   Happy Mother's Day...





Copyright 5/2017 Eugene Colin

sexta-feira, 5 de maio de 2017

AULA DE INGLÊS.








                                                        Aula de Inglês.








    .  Xa' comigo que eu livro tua cara.
       Tea with me that I book your face.

   .   Eu sou mais eu.
       I am more I.

   .   Você quer um bom-bom?
       You want a good-good?

   .   Não vem que não tem.
       Don't come that don't have.

   .   Escreveu, não leu, o pau comeu.
       Wrote, didn't read, the dick ate.

   .   Ela e' cheia de nove horas.
       She's full of nine hours.

   .   Entre, meu bem...
       Between, my well...

   .   Você viajou na maionese.
       You traveled on the mayonaise.

   .   To careca de saber...
       I'm bald of to know...

   .   Matar a cobra e mostrar o pau...
       To kill the snake and to show the dick...

   .   Merda! Queimei meu filme...
       Shit! Burned my movie...

   .   Vou lavar a égua...
       I'll wash the mare...

   .   Ta' pensando que isso e' casa da mãe Joana?
       Are you thinking that this is home of mother Joan?

   .   Vai catar coquinho!
       Go catch little coconuts!

   .   Você ta' por fora...
       You are by outside...

   .   Se correr o bicho pega. Se ficar, o bicho come...
       If to run the bug catches. If to stay, the bug eats...

   .   Xi! Deu zebra...
       Ops! Gave Zebra...

   .   Nao enche o saco!
       Don't fill the bag!

   .   Ja' era!
       Already was!

   .   Antes tarde do que nunca...
       Before afternoon than never...

   .   Vai enxugar gelo...
       Go to dry up ice...

   .   Vai pentear macaco!
       Go to comb monkey!

   .   Tire o cavalinho da chuva...
       Take out the little horse of the rain...

   .   A vaca foi pro brejo...
       The cow went to the swamp...

   .   Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
       More worth one bird in hand than two flying.

   .   Não vai dar uma de João sem braco...
       Don't go give one of John without arm...

   .   Cada macaco no seu galho...
       Each monkey on your branch...

   .   Maria vai com as outras...
       Mary go with the others...

   .   Antes so' do que mal acompanhado...
       Before alone than bad accompanied...

   .   Rei morto, rei posto...
       King dead, king station...

   .   Quem nada não se afoga...
       Who nothing do not drowns...

   .   Saco vazio não para em pe'...
       Bag empty do not stop on foot...

   .   Água e vento são meio sustento...
       Water and wind are half sustenance...

   Considere esta como sua primeira aula de Inglês...





Copyright 2/ 2013 Eugene Colin